15 de fev de 2010

Borboletas


Um homem achou um casulo de uma borboleta. E, no dia em que apareceu uma pequena abertura no casulo, ele sentou e observou a borboleta, por diversas horas, enquanto ela se esforçava em forçar seu corpo através daquele pequeno furo. Depois, parecia parar sem fazer nenhum progresso. Parecia que ela tinha chegado até onde podia e não poderia, por tanto, ir mais longe.
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Então, o homem decidiu ajudar aquela borboleta. Ele pegou uma tesoura e retirou o que estava no casulo. A borboleta assim apareceu facilmente, mas ela tinha o corpo inchado e pequenas asas enrugadas.
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Ele continuou a olhar a borboleta, pois ele esperava que, a qualquer momento, as asas crescessem e expandissem para suportar o corpo, que iria contrair-se com o tempo. Nenhuma das duas coisas aconteceu. Aliás, a borboleta passou o resto da sua vida engatinhando com o corpo inchado e as asas enrugadas. Ela nunca conseguiu voar. O que o homem tinha feito, com a melhor das intenções e que ele não pôde compreender, foi que o casulo restrito, a luta e sufoco requerido para sair pela pequena abertura do casulo eram as formas que a natureza tinha feito para forçar o fuido do corpo da borboleta a passar para as asas. Sendo assim, ela estaria pronta para voar assim que ela tivesse se libertado do casulo.
(...)
Às vezes, as lutas são necessárias na nossa vida. Se Deus nos permitisse passar pela vida sem nenhum obstáculo, nós seríamos "deficientes". Não seríamos fortes o suficiente e nunca poderíamos "voar".
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Por tudo isso, lembre-se: Tenha um ótimo dia, uma ótima vida e algumas lutas. Depois "voe"! É necessário. É assim que as coisas precisam ser para que a elas sempre seja dado o exato valor.


(Desconheço a autoria)

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